terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Amigo nem tão secreto


Caramba, são exatamente 4h e 28min. Despedi-me de meus contatos do MSN há algum tempo. Um pouco depois, um “bye” no Twitter. Preciso dormir, acordar cedo amanhã. Mas a escrita me convidou para satisfazê-la. Sinceramente não queria escrever, mas foi algo mais forte. Estava lendo jornais e ainda tenho várias coisas para ler. Não o fiz antes porque gastei meu tempo em frente à televisão, assistindo o imperdível Monday Night Football. Um jogo vencido pelo odiado San Francisco 49’ers sobre o Arizona Cardinals, comandado por um de meus ídolos da NFL: o Quarterback Kurt Warner. Mas como não torço para nenhum desses times e o “meu” New York Jets venceu ontem, o jogo de hoje serviu apenas para eu curtir um de meus esportes favoritos (depois de Baseball e, óbvio, Fórmula Um). Tudo bem, esportes de ET.
As provas da Faculdade já se acabaram, mas me sinto como se estivesse fazendo uma aqui, agora: enchendo de “linguiça”. Quase apaguei esse início. Mas ele que fique ali, quietinho. Li a coluna de Miguel Sanches Neto, cujo e-mail achei muito interessante: msn@interponta.com.br. Pensei “nossa que cara criativo de colocar “MSN” no e-mail; assim como minha amiga da faculdade, Luciane Justus, que preciso escrever emaildaluciane@... quando envio algo para ela”. Depois percebi que se tratavam das iniciais do colunista. Tolo eu. Retornando de outro sobrevoo, Sanches (homônimo “de sobrenome” do quarterback do meu time de futebol americano) escreveu sobre o amigo secreto – mesma expressão que usei na faculdade hoje: inimigo secreto. Não participei de nenhuma entrega de presentes dessa neste ano. Sempre levei a pior nessas histórias. Feliz de meu pai que ganhou uma xícara de cafezinho com um pequeno pires na sexta-feira, em uma festa da empresa em que trabalha: Era um presente para ser comprado com um orçamento demasiado alto: R$1,99.
Apesar de não participar de nenhum, resolvi fazer um amigo secreto comigo mesmo. Valor: R$10,00. Seria uma covardia. Certo de que seria isso que eu ganharia se eu participasse de algum, antes mesmo de pensar na possibilidade de fazer essa brincadeira com “myself”, já sabia o que comprar: Dois Hot Wheels. Não há mais superfícies para colocá-los em meu quarto, mas quero ampliar minha coleção, que quase chega a duas centenas. Um Ford Fairlaine 1966 e mais um Chevrolet Corvette ZR1 foram os escolhidos de hoje. Fui para a Faculdade com o maior orgulho de ter ganho aquilo como presente de amigo secreto. Não presenciei a troca de presentes do pessoal, que tinha o teto orçamentário superior ao meu - R$20,00. Mas creio que ninguém ficou mais feliz do que eu com minhas miniaturas.
Já são quase cinco horas e eu não escrevi sobre o assunto que eu escreveria: As alegrias (ou tristezas) de fim de ano. O amigo secreto seria apenas um tópico. Mas que tomou todo o espaço. Como Miguel, não gosto de participar desses “eventos”. Mas não sei dizer não. Mas como não veio nenhum convite, disse sim para o espelho. Espelho que todas pessoas esquecem de dizer sim (inclusive eu) em diversos assuntos e aspectos. O assunto fim de ano fica para um próximo post. Mas já adianto que gosto por uns aspectos, pois acaba trazendo alegria e renovações para nossa vida. Mas, como disse Miguel, não em outros. E se foram quarenta minutos da minha leitura. Alias, de sono. Reconheço que essa “coluna” ficou uma porcaria, mas ninguém vai ler mesmo... E como diz o ponta-grossense, em expressões retratadas no livro “Jacu Rabudo”, do professor Hein Leonard Bowles, que será lançado hoje ás 20h na Letras Megastore do Shopping Palladium, “pra uma primeira postagem, ‘tá mir de bão’. ‘Tá loco de bão...’”

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